segunda-feira, 1 de julho de 2013
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Ajuda ai !!!
Olá colegas fotógrafos!!!
Segue abaixo um apelo da minha amiga Daniela (fotógrafa que presta trabalhos para a Editora Abril entre outras) que teve TODO equipamento roubado! Por favor ajudem a divulgar a lista!
Grande abraço e muito obrigado pela força!
Estou escrevendo para solicitar ajuda de todos, pois entrei o ano de 2011 engrossando a triste estatística dos fotógrafos cujo equipamento foi roubado; enquanto eu estava viajando em férias alguém conseguiu entrar no meu apartamento e roubar todo o meu equipamento de trabalho...
Peço sua ajuda para tentar rastrear o paradeiro de pelo menos um dos meus pertences roubados.
Por favor envie essa lista para todos os fotógrafos que você conhece, profissionais ou amadores, e também para editores e diretores de arte e fotografia, que poderão ajudar na divulgação. Se você participa de alguma lista de discussão fotográfica, por favor mande para os seus membros. Se você conhece alguém que lida com compra e venda de equipamento fotográfico e/ou eletroeletrônicos, envie essa lista também.
Corpo de Camera
Canon EOS 5D Mark II nº de série 0820501085
Grip para Corpo de Câmera
Canon Battery Grip BG-E6 (não tem nº de série)
Objetivas
Canon EF USM 70-200 mm série L f/2.8 - nº de série 142408
Canon EF USM 24-70 mm série L f/2.8 - nº de série 1469691
Canon EF USM 17-35 mm série L f/2.8 - nº de série 70121
Canon EF USM 50 mm série L f/1.2 - nº de série 2101761006
Canon 100 mm série L f/2.8 IS macro - nº de série 2101642497
Flashes
Transmissor Canon Infrared Speedlite ST-E2 - nº de série OW0915
Flash Canon 550EX - nº de série 000310
Flash Canon 580 EX - nº de série 241443
Flash Canon 580 EX II - nº de série 486412
Flash Canon 430 EX - nº de série 112834
Flash Canon 430 EX - nº de série 113579
Fotômetro
Minolta IV F - nº de série 76612567
Computador
Apple Macintosh iMac 24" LCD Processador Intel 2,4GHz - nº de série W87398AAX89
Além desses itens, outros diversos itens sem nº de série foram levados, como a mala Lowepro com rodinhas onde tudo estava guardado, um adaptador ring flash da marca RayFlash (que estava quebrado), um cartão de correção de white balance grande da marca X-Rite, um porta filtros com filtros ND, fog, polarizadores e UV, 5 pinos de encaixe universal, lanterna, baterias de câmera, carregador de pilhas (marcado com uma fita adesiva pink), baterias para flash etiquetadas com meu nome e contato, cabos e adaptadores para conexão de monitor e datashow com MacBook Pro.
Se você receber alguma informação a respeito desses itens descritos, por favor tome nota de todos os dados entre em contato comigo.
Muito obrigada pela ajuda
daniela toviansky fotógrafa
11 9261-3630 • 11 5571-7147
mail: dtoviansky@gmail.com
twitter: @danitovix
Segue abaixo um apelo da minha amiga Daniela (fotógrafa que presta trabalhos para a Editora Abril entre outras) que teve TODO equipamento roubado! Por favor ajudem a divulgar a lista!
Grande abraço e muito obrigado pela força!
Estou escrevendo para solicitar ajuda de todos, pois entrei o ano de 2011 engrossando a triste estatística dos fotógrafos cujo equipamento foi roubado; enquanto eu estava viajando em férias alguém conseguiu entrar no meu apartamento e roubar todo o meu equipamento de trabalho...
Peço sua ajuda para tentar rastrear o paradeiro de pelo menos um dos meus pertences roubados.
Por favor envie essa lista para todos os fotógrafos que você conhece, profissionais ou amadores, e também para editores e diretores de arte e fotografia, que poderão ajudar na divulgação. Se você participa de alguma lista de discussão fotográfica, por favor mande para os seus membros. Se você conhece alguém que lida com compra e venda de equipamento fotográfico e/ou eletroeletrônicos, envie essa lista também.
Corpo de Camera
Canon EOS 5D Mark II nº de série 0820501085
Grip para Corpo de Câmera
Canon Battery Grip BG-E6 (não tem nº de série)
Objetivas
Canon EF USM 70-200 mm série L f/2.8 - nº de série 142408
Canon EF USM 24-70 mm série L f/2.8 - nº de série 1469691
Canon EF USM 17-35 mm série L f/2.8 - nº de série 70121
Canon EF USM 50 mm série L f/1.2 - nº de série 2101761006
Canon 100 mm série L f/2.8 IS macro - nº de série 2101642497
Flashes
Transmissor Canon Infrared Speedlite ST-E2 - nº de série OW0915
Flash Canon 550EX - nº de série 000310
Flash Canon 580 EX - nº de série 241443
Flash Canon 580 EX II - nº de série 486412
Flash Canon 430 EX - nº de série 112834
Flash Canon 430 EX - nº de série 113579
Fotômetro
Minolta IV F - nº de série 76612567
Computador
Apple Macintosh iMac 24" LCD Processador Intel 2,4GHz - nº de série W87398AAX89
Além desses itens, outros diversos itens sem nº de série foram levados, como a mala Lowepro com rodinhas onde tudo estava guardado, um adaptador ring flash da marca RayFlash (que estava quebrado), um cartão de correção de white balance grande da marca X-Rite, um porta filtros com filtros ND, fog, polarizadores e UV, 5 pinos de encaixe universal, lanterna, baterias de câmera, carregador de pilhas (marcado com uma fita adesiva pink), baterias para flash etiquetadas com meu nome e contato, cabos e adaptadores para conexão de monitor e datashow com MacBook Pro.
Se você receber alguma informação a respeito desses itens descritos, por favor tome nota de todos os dados entre em contato comigo.
Muito obrigada pela ajuda
daniela toviansky fotógrafa
11 9261-3630 • 11 5571-7147
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twitter: @danitovix
sábado, 1 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
foto que merecia um premio vladimir herzog


Fotografia que faz história
O fotógrafo Cristiano Borges, do Diário da Manhã, emplacou a mesma fotografia, que dará excelente quadro, na capa de O Globo e da Folha de S. Paulo (este jornal publicou duas fotografias de Borges na primeira página). A foto mostra adultos e crianças da invasão do Parque Oeste Industrial em posição defensiva, com medo. De ataque, certamente que não. Os detalhes dos pés descalços ou calçados com havaianas, dos rostos crispados, das crianças na frente dos adultos, como se fossem escudos, são surpreendentes. Um dos homens tem um pedaço de pau com um pano branco nos ombros.
A foto que abre a primeira página da Folha mostra três policiais armados e um homem agachado, com as mãos sobre a cabeça, em sinal de rendição, e, ao seu lado, um cachorrinho branco, como a humanizar a cena.
O Globo também publicou três fotografias. A principal mostra vários homens, sem camisa, com as mãos para cima, com policiais a pé e a cavalo escoltando-os. O chão vermelho ressalta ainda mais a crueza da cena. Quanto à cobertura, a de O Globo supera a da Folha, que se mostrou burocrática. O jornal da família Marinho destacou o depoimento do invasor Edgar Luiz Pereira: “O prefeito Iris [Rezende,do PMDB] falou num comício que, se ganhasse, a gente ia ficar lá. Todo mundo votou nele. E aí eu fui ficando”.
Em Goiás, pode-se dizer que o Diário da Manhã, com menor estrutura do que o Pop, cobriu melhor os fatos? A verdade talvez seja outra: os dois jornais cobriram os fatos, não com discrição, mas com equilíbrio e, por incrível que pareça, sem o excesso de emocionalismo que costuma ocorrer neste tipo de cobertura. Já as fotografias do DM, sobretudo a estampada na primeira página de O Globo e da Folha, revelam que talento e ousadia às vezes valem mais do que estrutura. O DM não tem, por exemplo, helicóptero, mas não deixou de fazer boas fotografias e uma cobertura, não perfeita, mas eficiente.
Não vi todas as coberturas dos telejornais, mas leitores garantem que a TV Anhanguera, com uma estrutura muito boa, divulgou imagens mais suaves — se se pode dizer assim — do que a TV Globo. Com um detalhe: o repórter local da Globo também trabalha para a TV Anhanguera e usa imagens desta. Com uma diferença, é provável: a Globo deve ter exigido imagens mais quentes. Bem, mas a TV Anhanguera errou ao não fazer sensacionalismo? Acredito que não. Mostrou os fatos, mas talvez tenha escapado do histerismo quase geral de outros programas de tevês e rádios. Julgar sem passionalismo problemas como o da invasão, que envolveu milhares de pessoas — e a maioria não é malandra, mas trabalhadora — é difícil. Mas não há como ocultar a verdade: o governo do Estado, sob a batuta do governador Marconi Perillo e do secretário Jônathas Silva, dois homens civilizados e abertos ao diálogo, fez o possível para evitar uma tragédia. A negociação foi intensa, mas faltou vontade de entabular um diálogo verdadeiro por parte dos líderes dos invasores, em geral articulados por políticos que sempre querem tirar proveito dos conflitos sociais. Não há como esconder que duas mortes são duas mortes, uma tragédia para duas famílias, mas poderia ter sido bem pior. Mas certos líderes políticos, os que apostam no quanto pior, melhor, continuam por aí, à espera da expansão do caos. Eles não lamentam as mortes em si; pelo contrário, alegram-se com elas, especialmente se puderem extrair proveito político.
terça-feira, 8 de junho de 2010
TOP ETANOL - MATERIA UOL
Em evento do setor, Serra e Dilma propõem alíquota única para o etanol
Diego Salmen
Do UOL Eleições
Em São Paulo
Os presidenciáveis José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) participaram, na noite desta segunda-feira (7), da primeira edição do prêmio Top Etanol, que reuniu em São Paulo cerca de 1,5 mil empresários e produtores ligados à cadeia do biocombustível. Durante a cerimônia, todos eles receberam o documento de "posicionamento do setor sucroalcooleiro", com uma compilação de propostas do setor para o novo ocupante do Palácio do Planalto.
Em seu discurso, Serra retomou mais uma vez seu slogan de campanha ao defender a expansão do cultivo do biocombustível. "O Brasil pode fazer muito mais no mercado mundial de etanol", disse. O ex-governador de São Paulo classificou de "mito" a ideia segundo a qual o aumento da demanda por etanol diminuiria a produção de alimentos no mundo, aumentando assim a fome.
"Como se o petróleo também não trouxesse outros problemas", disse o pré-candidato, que defendeu a criação de uma alíquota única de impostos estaduais de 12% para o setor e mostrou-se favorável à criação de uma diretoria para o etanol dentro da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
Segunda a falar, Marina focou seu discurso na necessidade de se concilar desenvolvimento com preservação do meio ambiente. "Não se trata de contrapor as duas coisas", disse a acriana, que em sua gestão à frente do ministério do Meio Ambiente travou uma acirrada disputa política com setores do agronegócio em sua tentativa de diminuir o desmatamento em todo o país. Para Marina, a revisão do Código Florestal, pleiteada por ruralistas, "não é um bom caminho".
Dilma, por sua vez, defendeu a atuação do governo Lula no desenvolvimento do etanol, o qual, segundo ela, "deu uma prioridade ao tema que não era dada nos últimos anos", em referência indireta à gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). "O fato de termos descoberto o pré-sal não significa que iremos abandonar o etanol como prioridade de nossa matriz energética", afirmou a petista, que também defendeu a unificação de alíquotas do ICMS para o etanol.
Antes de começar a falar, a ex-ministra da Casa Civil cometeu uma pequena gafe ao cumprimentar a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT), a quem chamou de "Márcia Suplicy".
Dilma Rousseff e José Serra estão empatados na preferência do eleitorado, com 37% de intenções de voto cada um, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope no último sábado (5). Marina Silva obteve 9%, contra 9% dos eleitores que disseram votar em branco e 8% que afirmou votar nulo. Na comparação com levantamento anterior do Ibope, Dilma subiu cinco pontos percentuais, Serra perdeu três e Marina manteve o mesmo índice.
Invasões de terra e "presidente Geisel"
Na categoria Política, o prêmio Top Etanol foi concedido para Shigeaki Ueki, ex-presidente da Petrobras (1969-1974), ex-ministro das Minas e Energia (1974-1979) e um dos criadores do Pró-Álcool, programa de substituição de veículos movidos por combustíveis derivados de petróleo engedrado na década de 1970 pela ditadura militar. Em seu discurso, enalteceu a iniciativa "do presidente Ernesto Geisel" à época e parabenizou o presidente Lula por "nomear de Geisel a central nuclear de Angra dos Reis".
Já o presidente da Orplana (Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), Ismael Perina, usou sua fala para criticar a insegurança no campo e pedir a presença do Estado para "reprimir as atividades de forças ilegítimas". "É um absurdo a complacência do poder público com as invasões de propriedade rurais", afirmou.
Ele ainda atacou a "arbitrariedade" na fiscalização de propriedades rurais para se combater o trabalho escravo. "Hoje predomina a subjetividade e o arbítrio nas fiscalizações. Dois fiscais podem ter interpretações diferentes sobre um item fiscalizado", disse Perina, que pediu ainda uma solução para "o absurdo conflito entre a agricultura e o meio ambiente". "A atual legislação retroage no tempo".
Em tom mais ameno, o presidente da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), Marcos Sawaya Jank, pediu ajuda aos pré-candidatos para enfrentar os problemas enfrentados pelo setor e apontou o etanol como vantagem ambiental para o Brasil. "Tudo isso depende de políticas públicas estáveis e coerentes", afirmou. "Não estamos pedindo subsídios, apenas o reconhecimento dos benefícios dessa matriz energética para a sociedade".
Na plateia do evento, também estavam presentes o ministro do Desenvolvimento Miguel Jorge, e os ex-ministros da Fazenda, Delfim Netto, e da Agricultura, Roberto Rodrigues, além de Pedro Parente, ex-ministro chefe da Casa Civil do governo FHC, e o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, entre outros convidados.
Diego Salmen
Do UOL Eleições
Em São Paulo
Os presidenciáveis José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) participaram, na noite desta segunda-feira (7), da primeira edição do prêmio Top Etanol, que reuniu em São Paulo cerca de 1,5 mil empresários e produtores ligados à cadeia do biocombustível. Durante a cerimônia, todos eles receberam o documento de "posicionamento do setor sucroalcooleiro", com uma compilação de propostas do setor para o novo ocupante do Palácio do Planalto.
Em seu discurso, Serra retomou mais uma vez seu slogan de campanha ao defender a expansão do cultivo do biocombustível. "O Brasil pode fazer muito mais no mercado mundial de etanol", disse. O ex-governador de São Paulo classificou de "mito" a ideia segundo a qual o aumento da demanda por etanol diminuiria a produção de alimentos no mundo, aumentando assim a fome.
"Como se o petróleo também não trouxesse outros problemas", disse o pré-candidato, que defendeu a criação de uma alíquota única de impostos estaduais de 12% para o setor e mostrou-se favorável à criação de uma diretoria para o etanol dentro da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
Segunda a falar, Marina focou seu discurso na necessidade de se concilar desenvolvimento com preservação do meio ambiente. "Não se trata de contrapor as duas coisas", disse a acriana, que em sua gestão à frente do ministério do Meio Ambiente travou uma acirrada disputa política com setores do agronegócio em sua tentativa de diminuir o desmatamento em todo o país. Para Marina, a revisão do Código Florestal, pleiteada por ruralistas, "não é um bom caminho".
Dilma, por sua vez, defendeu a atuação do governo Lula no desenvolvimento do etanol, o qual, segundo ela, "deu uma prioridade ao tema que não era dada nos últimos anos", em referência indireta à gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). "O fato de termos descoberto o pré-sal não significa que iremos abandonar o etanol como prioridade de nossa matriz energética", afirmou a petista, que também defendeu a unificação de alíquotas do ICMS para o etanol.
Antes de começar a falar, a ex-ministra da Casa Civil cometeu uma pequena gafe ao cumprimentar a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT), a quem chamou de "Márcia Suplicy".
Dilma Rousseff e José Serra estão empatados na preferência do eleitorado, com 37% de intenções de voto cada um, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope no último sábado (5). Marina Silva obteve 9%, contra 9% dos eleitores que disseram votar em branco e 8% que afirmou votar nulo. Na comparação com levantamento anterior do Ibope, Dilma subiu cinco pontos percentuais, Serra perdeu três e Marina manteve o mesmo índice.
Invasões de terra e "presidente Geisel"
Na categoria Política, o prêmio Top Etanol foi concedido para Shigeaki Ueki, ex-presidente da Petrobras (1969-1974), ex-ministro das Minas e Energia (1974-1979) e um dos criadores do Pró-Álcool, programa de substituição de veículos movidos por combustíveis derivados de petróleo engedrado na década de 1970 pela ditadura militar. Em seu discurso, enalteceu a iniciativa "do presidente Ernesto Geisel" à época e parabenizou o presidente Lula por "nomear de Geisel a central nuclear de Angra dos Reis".
Já o presidente da Orplana (Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), Ismael Perina, usou sua fala para criticar a insegurança no campo e pedir a presença do Estado para "reprimir as atividades de forças ilegítimas". "É um absurdo a complacência do poder público com as invasões de propriedade rurais", afirmou.
Ele ainda atacou a "arbitrariedade" na fiscalização de propriedades rurais para se combater o trabalho escravo. "Hoje predomina a subjetividade e o arbítrio nas fiscalizações. Dois fiscais podem ter interpretações diferentes sobre um item fiscalizado", disse Perina, que pediu ainda uma solução para "o absurdo conflito entre a agricultura e o meio ambiente". "A atual legislação retroage no tempo".
Em tom mais ameno, o presidente da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), Marcos Sawaya Jank, pediu ajuda aos pré-candidatos para enfrentar os problemas enfrentados pelo setor e apontou o etanol como vantagem ambiental para o Brasil. "Tudo isso depende de políticas públicas estáveis e coerentes", afirmou. "Não estamos pedindo subsídios, apenas o reconhecimento dos benefícios dessa matriz energética para a sociedade".
Na plateia do evento, também estavam presentes o ministro do Desenvolvimento Miguel Jorge, e os ex-ministros da Fazenda, Delfim Netto, e da Agricultura, Roberto Rodrigues, além de Pedro Parente, ex-ministro chefe da Casa Civil do governo FHC, e o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, entre outros convidados.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
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